quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Poeminha da Vida e da Morte

Vivendo livre e intensamente
O vento batendo no rosto
A água a molhar os cabelos
Que nem o Hemingway fez
em montanhas escalando
pescando pelos oceanos adentro

Só não quero ganhar uma arma de presente
Nem caçar com uma espinguarda
num campo ermo e sem outros bichos
Morrendo aprisionado
vítima do chumbo quente
cuspido pela própria arma.

Um comentário:

Karen disse...

É porque a alface e os maracujás são cultivados por escravos vindos da Polinésia Francesa!