Vivendo livre e intensamente
O vento batendo no rosto
A água a molhar os cabelos
Que nem o Hemingway fez
em montanhas escalando
pescando pelos oceanos adentro
Só não quero ganhar uma arma de presente
Nem caçar com uma espinguarda
num campo ermo e sem outros bichos
Morrendo aprisionado
vítima do chumbo quente
cuspido pela própria arma.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Matemática
Reta final de universidade...busca por trabalho...estudar pra concurso...acabei redescobrindo a matemática. Resolvendo aqueles probleminhas de funções, lembrei que gostava de algumas coisas dessa enigmática disciplina...só nunca tive muita facilidade...talvez o déficit de atenção, se é que de fato em isso em mim é patológico.
Mas a diversão ainda não acabou...tenho todas as geometrias pela frente.
Mas a diversão ainda não acabou...tenho todas as geometrias pela frente.
50 anos de Bossa Nova
Numa época dominada pelo "Créu" e pelo "Beber, cair e levantar", nada melhor que um pouco de neurônio e bom gosto para se comentar né. "Comentar, ouvir e cantar..."
Afinal, de todos os ritmos musicais que ouvi, e ainda ouço...esse é o único que não me enjôa. Já enjoei de tudo, do rock ao sambinha...talvez seja a batida leve, a lírica descomproimissada...e lá se vão 50 anos de um bom ritmo. A Bossa Nova, inspirou a criação da MPB como a conhecemos...única. Segue aí a história da Bossa.
ps: depois me chamam de vovô, e eu reclamo.
Início oficial
Movimento que ficou associado ao crescimento urbano brasileiro -implusionado pela fase desenvolvimentista da presidência de Juscelino Kubitschek (1955-1960)-, a bossa nova iniciou-se para muitos críticos quando foi lançado, em agosto de 1958, um compacto simples do violonista baiano João Gilberto (considerado o papa do movimento), contendo as canções Chega de Saudade (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) e Bim Bom (do próprio cantor).
Meses antes, João participara de Canção do Amor Demais, um álbum lançado em maio daquele mesmo ano e exclusivamente dedicado às canções da iniciante dupla Tom/Vinicius, interpretado pela cantora fluminense Elizeth Cardoso. De acordo com o escritor Ruy Castro (em seu livro Chega de saudade, de 1990), este LP não foi um sucesso imediato ao ser lançado, mas o disco pode ser considerado um dos marcos da bossa nova, não só por ter trazido algumas das mais clássicas composições do gênero - entre as quais, Luciana, Estrada Branca, Outra Vez e Chega de Saudade-, como também pela célebre batida do violão de João Gilberto, com seus acordes dissonantes e inspirados no jazz norte-americano - influência esta que daria argumentos aos críticos da bossa nova.
Meses antes, João participara de Canção do Amor Demais, um álbum lançado em maio daquele mesmo ano e exclusivamente dedicado às canções da iniciante dupla Tom/Vinicius, interpretado pela cantora fluminense Elizeth Cardoso. De acordo com o escritor Ruy Castro (em seu livro Chega de saudade, de 1990), este LP não foi um sucesso imediato ao ser lançado, mas o disco pode ser considerado um dos marcos da bossa nova, não só por ter trazido algumas das mais clássicas composições do gênero - entre as quais, Luciana, Estrada Branca, Outra Vez e Chega de Saudade-, como também pela célebre batida do violão de João Gilberto, com seus acordes dissonantes e inspirados no jazz norte-americano - influência esta que daria argumentos aos críticos da bossa nova.
Outras das características do movimento eram suas letras que, contrastando com os sucessos de até então, abordavam temáticas leves e descompromissadas - exemplo disto, Meditação, de Tom Jobim e Newton Mendonça. A forma de cantar também se diferenciava da que se tinha na época. Segundo o maestro Júlio Medaglia, "desenvolver-se-ia a prática do canto-falado ou do cantar baixinho, do texto bem pronunciado, do tom coloquial da narrativa musical, do acompanhamento e canto integrando-se mutuamente, em lugar da valorização da 'grande voz'.
Em 1959, era lançado o primeiro LP de João Gilberto, Chega de saudade, contendo a faixa-título - canção com cerca de 100 regravações feitas por artistas brasileiros e estrangeiros. A partir dali, a bossa nova era uma realidade. Além de João, parte do repertório clássico do movimento deve-se as parcerias de Tom Jobim e Vinícius de Moraes. Consta-se, segundo muitos afirmam, que o espírito bossa-novista já se encontrava na música que Jobim e Moraes fizeram, em 1956, para a peça Orfeu da Conceição, primeira parceria da dupla, que esteve perto de não acontecer, uma vez que Vinícius primeiro entrou em contato com Vadico, o famoso parceiro de Noel Rosa e ex-membro do Bando da Lua, para fazer a trilha sonora. É dessa peça, baseada na tragédia Grega Orfeu, uma das belas composições de Tom e Vinícius, "Se todos fossem iguais a você", já prenunciando os elementos melódicos da Bossa Nova.
Além de Chega de saudade, os dois compuseram Garota de Ipanema, outra representativa canção da bossa nova, que se tornou a canção brasileira mais conhecida em todo o mundo, depois de Aquarela do Brasil (Ary Barroso), com mais de 169 gravações, entre as quais de Sarah Vaughan, Stan Getz, Frank Sinatra (com Tom Jobim), Ella Fitzgerald entre outros. É de Tom Jobim também, junto com Newton Mendonça, as canções Desafinado e Samba de uma Nota Só, dois dos primeiros clássicos do novo gênero musical brasileiro a serem gravados no mercado norte-americano a partir de 1960.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Levafogo!!!
Me desculpem os Botas que lerem esse post...mas a verdade é que depois dessa final entre Flamengo e Botafogo, ficou claramente evidente o quanto esse time merece ficar mais uns 21 anos sem títulos... uhauhauhhuahuahuauhahuahuahua
É Sempre aquela história...se perdem, é por que foram roubados...quando o juiz erra em favor deles, eles em coro gritam: "ah, acontece!!!!!"...quando o juiz erra pra outro time: "juiz ladrão!!!"
Depois do jogo, liguei na ESPN-Brasil e vi a coletiva no vestiário do LevaFogo...foi a coisa mais patética que eu já vi no futebol brasileiro. Cuca, os jogadores, o Bebeto de Freitas...todo mundo chorando!!! alegando aquele velha história...Sinceramente...
Ah, e antes que alguém ache...eu não sou doente por futebol....o Flamengo ganhou e eu continuo pobre, como a imensa parte da torcida. Eu tenho plena consciência disso.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Gastropoda in love
Como pude esquecer de postar essa foto...achamos esses dois caramujos no meio da trilha, aprontando... Fiz até um poeminha em homenagem...
Gastropoda in love
"Caramujos amantes de vida livreque amor livre praticam
no meio do caminho exercitam e excitam
seus instintos e suas paixões
que frutificarão em outros
e em outros evoluirão..."
domingo, 17 de fevereiro de 2008
O Dia Seguinte
Depois de um dia subindo (e descendo) o Mestre Álvaro, nada como passar o outro de molho, fazendo qualquer trabalho intelectual (e olhe lá!)...nada de exercício físico. Saímos num grupo de 9 pessoas, atravessamos a Serra Sede, começamos a subir por volta das 9h, e chegamos no topo por volta de 12:30h. Sim, mais de três horas e meia de caminhada...mas a vista que se observava das clareiras, em que a trilha passava, e a vista de lá de cima, valem a pena a subida. Lá em cima não tem muita coisa além da vista espetacular...só uma casinha em que fica um vigia regulando, se não me engano, as antenas de rádio dos trens da vale. Tinha também algumas pichações nas pedras, para variar, de chifrudos, fanáticos religiosos, e outros idiotas que insistem em querer deixar alguma marca (suja) para a eternidade. A trilha está em bom estado, de forma geral. Alguns trechos são bem ingremes, o que levaria sedentários de carteirinha a desistir na primeira hora de caminhada. A descida parece que foi mais rápida (só pareceu), e na metade do caminho, paramos em uma fonte com uma água muito boa, no qual aproveitamos...bebemos aquela água, nos refrescamos...enfim...voltaria a fazer essa trilha...quem sabe no próximo mês. coloquei algumas fotos aí...
Uma coisa bem intrigante que vi, ainda lá em baixo, na estrada em direção à trilha, era uma espécie de templo muito estranho, e tinha também um pessoal fantasiado...até fotografei uma mulher (eu acho), com um fantasia (ou seja lá o que for) saindo de um carrão e indo em direção ao templo...adoradores da Montanha mágica? O que não falta é doido nesse mundo....cada qual com sua loucura.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Fight Club

As 8 regras do Clube da Luta
1. Você não fala sobre o Clube da Luta
2. Você não fala sobre o Clube da Luta
3. Quando alguém gritar "pára!", ficar no chão ou desmaiar, a luta acaba
4. Somente duas pessoas por luta
5. Uma luta de cada vez
6. Sem camisa, sem sapatos
7. As lutas duram o tempo que for necessário
8. Se for a sua primeira noite no clube da luta, você tem que lutar
2. Você não fala sobre o Clube da Luta
3. Quando alguém gritar "pára!", ficar no chão ou desmaiar, a luta acaba
4. Somente duas pessoas por luta
5. Uma luta de cada vez
6. Sem camisa, sem sapatos
7. As lutas duram o tempo que for necessário
8. Se for a sua primeira noite no clube da luta, você tem que lutar
...não respeitei as duas primeiras regras rsrs...mas o filme é muito bom!!! O nome pode até lembrar um filme do Van Damme, mas é muito mais que isso...é quase, digamos...uma filosofia de vida. Para quem pretende segui-lo, evidentemente.
Título Original: Fight Club
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 140 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1999
Estúdio: Fox 2000 Pictures / Regency Enterprises
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: David Fincher
Roteiro: Jim Uhls, baseado em livro de Chuck Palahniuk
Produção: Ross Bell, Cean Chaffin e Art Linson
Música: The Dust Brothers
Direção de Fotografia: Jeff Cronenweth
Desenho de Produção: Alex McDowellDireção de Arte: Chris Gorak
Figurino: Michael KaplanEdição: Jim Haygood
Efeitos Especiais: Digital Domain
ElencoEdward Norton (Narrador / Jack)Brad Pitt (Tyler Durden)Helena Borham Carter (Marla Singer)Meat Loaf (Robert Paulson)Jared Leto (Angel Face)Zach Grenier (Chefe)Richmond Arquette (Médico)
ElencoEdward Norton (Narrador / Jack)Brad Pitt (Tyler Durden)Helena Borham Carter (Marla Singer)Meat Loaf (Robert Paulson)Jared Leto (Angel Face)Zach Grenier (Chefe)Richmond Arquette (Médico)
Jack (Edward Norton) é um executivo yuppie que trabalha como investigador de seguros de uma grande montadora de automóveis. Ele vive muito confortavelmente, mas está em doideira progressiva e, para driblar suas crises de insônia, extravasa sua ansiedade em sessões de terapia grupal, ao lado de gente com câncer, tuberculose e outras doenças, pois é só no meio de moribundos que Jack se sente vivo e assim consegue dormir. Sua alegria só é interrompida pela chegada de Marla Singer (Helena Bonham Carter), uma viciada em heroína com idéia fixa de suicídio. Repentinamente entra na sua vida Tyler Durden (Brad Pitt), um cara ainda mais maluco que Jack. Eles se conhecem em um vôo e mal se falam, mas quando o apartamento de Jack explode misteriosamente ele vai morar com Tyler, que vive em uma mansão caindo aos pedaços. Tyler lhe oferece uma perigosa alternativa: por à prova seu instinto animalesco em combates corporais. Assim nasce o clube do título, que ganha diversos adeptos que aliviam suas tensões arrebentando cada um a cara do outro. O clube tem algumas regras rígidas: 1) Você não fala sobre Clube da Luta, 2) Você não fala sobre Clube da Luta, 3) Quando alguém disser "pare" ou perder os sentidos a luta acaba, 4) Só dois caras em cada luta, 5) Uma luta de cada vez, 6) Sem camisa, sem sapatos, 7) As lutas duram o tempo, que for necessário, 8) Se essa é a sua primeira noite no Clube da Luta, você tem, que lutar. Com o tempo, Tyler demonstra, que seus planos vão além da criação do clube, uma mania, que ganha adeptos no país inteiro e assim Tyler sonha em concretizar o seu "Projeto Caos".
Mestre Álvaro

Amanhã vou escalar o Mestre Álvaro. Já subi um monte de morro, porém o mais alto e mais próximo daqui de casa e nunca fui...3h de caminhada até o topo...muita água e muita disposição....833 metros de altitude...No caminho vou ver muita degradação ambiental, muito boi e muito pasto...mas um dia isso muda (será?).
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Piano
Eu sempre quis aprender a tocar piano. Quando tinha 7 anos, minha mãe me levou a uma escolinha de música, próxima aqui de casa, chamada Dourados. "Só flauta doce. Piano só a partir dos 8 anos" - disse a atendente. Maldita, pensei. Aí, no ano que seguinte, não lembrei, sei lá, não lembro...Atualmente tenho vontade novamente...mas a Dourados fechou. Tenho que procurar um local mais próximo...não posso esperar até os 27...não e um número de sorte (sim, isso é uma idiotice, mas quem sabe).
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Carnaval e vida Zen
Depois desse último carnaval, não tenho mais qualquer dúvida. Estou ficando velho. Tal conclusão foi tirada ao me deparar com um monte de ninfetas e rapaizinhos ao meu redor, e internamente me questionando: "nossa quanta gente nova?" =(
No próximo carnaval, o mosteiro Zen Budista de Ibiraçu que me aguarde. Aliás, tem umas fotos da ultima vez em que lá fui. O evento foi uma visita técnica a alguma Reserva da Biosfera aqui no estado, tudo ligado ao Seminário da Mata Atlântica, ocorridas em novembro. O nosso grupo foi ao mosteiro. Segue algumas fotos.
Poeminha do Contra
Todos estes que aí estão
Atravacando meu caminho,
Eles passarão.
Eu, passarinho!
Mario Quintana
Atravacando meu caminho,
Eles passarão.
Eu, passarinho!
Mario Quintana
René Magritte
Em homenagem o artista que "emprestou" a mim a imagem que coloquei ali no meu perfil.
The Son of Man, 1964
Mais imagens em:
René Magritte nasceu em Lessines, Bélgica, no dia 21 de Novembro de 1898, filho caçula de Léopold Magritte. Em 1912, sua mãe cometeu suicídio por afogamento no rio Sambre. Magritte estava presente quando o corpo de sua mãe foi retirado das águas do rio.
Em 1916, ingressou na Académie Royale des Beaux-Arts, em Bruxelas, onde estudou por dois anos. Foi durante esse período que ele conheceu Georgette Berger, com quem se casou em 1922.
Trabalhou em uma fábrica de papel de Parede, e foi designer de cartazes e anúncios até 1926, quando um contrato com a Galerie la Centaure, na capital belga, fez da pintura sua principal atividade. Nesse mesmo ano, Magritte produziu sua primeira pintura surrealista, Le jockey perdu, tendo sua primeira exposição apresentada no ano seguinte.
Em 1916, ingressou na Académie Royale des Beaux-Arts, em Bruxelas, onde estudou por dois anos. Foi durante esse período que ele conheceu Georgette Berger, com quem se casou em 1922.
Trabalhou em uma fábrica de papel de Parede, e foi designer de cartazes e anúncios até 1926, quando um contrato com a Galerie la Centaure, na capital belga, fez da pintura sua principal atividade. Nesse mesmo ano, Magritte produziu sua primeira pintura surrealista, Le jockey perdu, tendo sua primeira exposição apresentada no ano seguinte.
René Magritte praticava o surrealismo realista, ou “realismo mágico”. Começou imitando a vanguarda, mas precisava realmente de uma linguagem mais poética e viu-se influenciado pela pintura metafísica de Chirico. Magritte tinha espírito travesso, e, em A queda, seus bizarros homens de chapéu-coco despencam do céu absolutamente serenos, expressando algo da vida como conhecemos. Sua arte, pintada com tal nitidez que parece muitíssimo realista, caracteriza o amor surrealista aos paradoxos visuais: embora as coisas possam dar a impressão de serem normais, existem anomalias por toda a parte: A Queda tem uma estranha exatidão, e o surrealismo atrai justamente porque explora nossa compreensão oculta da esquisitice terrena.
Mudou-se para Paris em 1927, onde começou a se envolver nas atividades do grupo surrealista, tornando-se grande amigo dos poetas André Breton e Paul Éluard e do pintor Marcel Duchamp.
Quando a Galerie la Centaure fechou e seu contrato encerrou, Magritte retornou a Bruxelas.
Mudou-se para Paris em 1927, onde começou a se envolver nas atividades do grupo surrealista, tornando-se grande amigo dos poetas André Breton e Paul Éluard e do pintor Marcel Duchamp.
Quando a Galerie la Centaure fechou e seu contrato encerrou, Magritte retornou a Bruxelas.
Permaneceu na cidade mesmo durante a ocupação alemã, na Segunda Guerra Mundial.
Seu trabalho foi exposto em 1936 na cidade de Nova York, Estados Unidos, e em mais duas exposições retrospectivas nessa mesma cidade, uma no Museu de Arte Moderna, em 1965, e outra no Metropolitan Museum of Art, em 1992. Magritte morreu de câncer e foi enterrado no Cemitério Schaarbeek, em Bruxelas.
Seu trabalho foi exposto em 1936 na cidade de Nova York, Estados Unidos, e em mais duas exposições retrospectivas nessa mesma cidade, uma no Museu de Arte Moderna, em 1965, e outra no Metropolitan Museum of Art, em 1992. Magritte morreu de câncer e foi enterrado no Cemitério Schaarbeek, em Bruxelas.
Algumas obras de René Magritte
Decalcomania
Les amants
Le Chef d'Oeuvre
The Son of Man, 1964
Mais imagens em:
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Sugestão de Filme

"Quem somos nós?". Eu gostei desse filme. Será que o que pensamos ser realidade, de fato não passa de uma ilusão? Será que a dor, a felicidade, o ódio, tudo, não passa de algo que apenas imaginamos? até que ponto nossa mente pode transformar a realidade? Assistam o filme, vale a pena.
Quem Somos Nós? Quantum Edition
(What The Bleep do we Know?, 2005)
Gênero: Auto Ajuda
Duração: 108 minutos
Legenda: Port/Ingl/Sem Leg
Pais: EUA
Ano: 2005
Distribuidora: PlayArte
Formato de tela: Widescreen 16x9
Audio: Inglês Dolby Digital 2.0 e 5.1 / Português 2.0
Diretor: Betsy Chasse , Mark Vicente , William Arntz
Elenco: Barry Newman , Elaine Hendrix , Marlee Matlin , Robert Bailey Jr.
(What The Bleep do we Know?, 2005)
Gênero: Auto Ajuda
Duração: 108 minutos
Legenda: Port/Ingl/Sem Leg
Pais: EUA
Ano: 2005
Distribuidora: PlayArte
Formato de tela: Widescreen 16x9
Audio: Inglês Dolby Digital 2.0 e 5.1 / Português 2.0
Diretor: Betsy Chasse , Mark Vicente , William Arntz
Elenco: Barry Newman , Elaine Hendrix , Marlee Matlin , Robert Bailey Jr.
Sinopse:
Amanda, a protagonista, é interpretada por Marlee Matlin, que se vê numa fantástica experiência ao estilo de 'Alice no País das Maravilhas', quando sua vida cotidiana, tão carente de inspiração, literalmente começa a desenredar-se, revelando o mundo incerto de valores ocultos, encobertos por uma realidade alarmante, que a maioria de nós considera normal.Amanda é literalmente lançada em direção a um redemoinho de acontecimentos caóticos, enquanto os personagens que encontra durante esta odisséia revelam um conhecimento mais profundo e oculto, que ela jamais percebera querer saber. Assim como toda heroína, Amanda é mergulhada numa crise, passando a questionar as premissas fundamentais de sua vida - e percebe que a realidade na qual sempre acreditou, principalmente em relação aos homens, os relacionamentos com outras pessoas, ou, ainda, a maneira como seus sentimentos afetam seu trabalho, não faz parte, de fato, da vida real!!
site oficial: http://www.whatthebleep.com/
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Insônia
Eu sou insone há pelo menos 10 anos, desde o início da adolescência, por aí. Durmo por volta da meia-noite, mas sempre acordo às 4 e pouco e não consigo mais dormir. Sempre falo que vou marcar um médico...mas como é um problema que até hoje nunca me atrapalhou muito, então... Sempre aproveito essa hora pra ler, ver um filme ou escrever alguma coisa. Aliás, o que eu tinha em mente, ao fazer esse blog, era postar meus textos...mas não postei nenhum até agora e nem sei se vou fazê-lo...escrever coisas inuteis é mais divertido. Ao menos aqui.
Idiossincrasia
De acordo com o Pai do Burros, segue a definição:
idiossincrasia, s.f.
1. reação individual própria e típica a cada pessoa;
2. temperamento peculiar de cada indivíduo.
Com relação a este Blog e a seu cabeçalho, citando o velho e conhecido refrão, "para bom entendedor, meia palavra basta".
idiossincrasia, s.f.
1. reação individual própria e típica a cada pessoa;
2. temperamento peculiar de cada indivíduo.
Com relação a este Blog e a seu cabeçalho, citando o velho e conhecido refrão, "para bom entendedor, meia palavra basta".
Metas e Objetivos
Como sou um obstinado indivíduo INTJ (depois escrevo sobre perfis psicológicos MBTI), já planejei tudo até o fim do ano, ao menos o que é relativo a trabalho, viagens e festas. Pouco a pouco saberão aqui neste espaço. Todavia, tudo pode mudar.
Domingo de Sol 2
Quando disse que só penso na praia...quis dizer isso mesmo! Lá as portas da percepção se abrem...e sem efeito de cogumelo!!!
Domingo de Sol
Belo domingo de sol...não tenho qualquer inspiração para escrever aqui...só penso na praia. Talvez mais tarde escrevo alguma coisa.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)






